Para além de três continentes: a literatura para infância do escritor moçambicano Pedro Pereira Lopes

Eliane Santana Dias Debus

Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil

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O presente texto analisa os títulos para infância do escritor moçambicano Pedro Pereira Lopes, Kanova e o segredo da caveira (2013) e A história de João Gala-Gala (2017), em coautoria com o músico e também moçambicano, Chico António, ambos publicados pela Escola Portuguesa de Moçambique; sendo que o primeiro está no Brasil com a chancela da editora Kapulana, buscando estudar a temática e as características dessa escrita.

Embora pareça ousado circunscrever a produção literária de Pedro Pereira Lopes a três continentes, o fazemos com a convicção de que, mesmo que existam as dificuldades de comercialização, seus títulos estão: em África, particularmente Maputo Europa, em Portugal, como parte do acervo indicado para o Plano Nacional de Leitura (PNL) de Portugal para o ano de 2017, e América do Sul, em particular Brasil.

No Brasil, a publicação, divulgação e leitura das literaturas africanas decorre, para além do interesse de conhecimento da produção daquele país, da emergência das políticas de ações afirmativas implantadas nos último anos, entre elas a Lei no 10.639/2003 (BRASIL, 2003), que instituiu a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana no currículo da Educação Básica, bem como das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (BRASIL, 2004). Assim, o mercado editorial foi acionado e apostando no novo filão se dá o acréscimo de publicações produzidas por escritores brasileiros que buscam tematizar a cultura africana e afro-brasileira e por escritores africanos de diferentes países do continente, e, por consequência, de diferentes línguas. Desse modo, neste texto damos visibilidade às literaturas africanas de língua portuguesa, em especial àquela produzida por Pedro Pereira Lopes.

Maria Anória Jesus de Oliveira (2014), ao efetivar pesquisa em 2009 sobre a literatura moçambicana para infância, constatou, por meio de entrevistas com escritores moçambicanos e relatório de um evento sobre literatura infantil daquele país, que este fazer é bastante recente, temporalmente marcado pela década de 1970, e que as narrativas trazem o laivo da moralidade e fins educativos. Passados nove anos das constatações da autora, encontramos em Moçambique um grupo de jovens escritores comprometido com uma literatura de cariz efetivamente contemporaneíssimo, em que a artesania da linguagem é abalizada pela preocupação estética e a representação das personagens, ora nas lendas, ora nas narrativas curtas, que se constroem pelo viés da criatividade, do questionamento. Sendo assim, “constata-se uma produção emergente a partir da primeira década do século XXI de jovens escritores como Pedro Pereira Lopes, Mauro Britto e Celso Celestino Cossa, que têm dedicado à escrita de narrativas infantis e juvenis (de diferentes gêneros)” (DEBUS; SILVA; PIRES, 2018).

 

  1. Pedro Pereira Lopes e sua produção literária

pedro pereira lopesPedro Pereira Lopes, nascido na província de Zambézia, Moçambique, em 1987, é graduado em Administração e fez mestrado em Políticas Públicas pela Escola de Governação da Universidade de Pequim; atualmente é professor pesquisador no Instituto Superior de Relações Internacionais em Maputo (Moçambique). Membro da Associação dos Escritores Moçambicanos, tem se envolvido em várias ações de mediação, em particular do “Projecto Ler para Ser”, que nasceu em fevereiro de 2015, quando visitou a escola em que estudou no Ensino Médio/Secundário e, segundo ele, levou um susto, pois:

[…] a biblioteca estava vazia, fechada e paredes caíam. A escola, embora ampliada e bonita, já não tinha os livros que li quando lá estudei. Quando regressei a Maputo, decidi iniciar o projecto [sic] com o objetivo [sic] de levar livros às escolas periféricas e sem meios de adquirir livros. A ideia era incentivar a leitura e estimular a imaginação e a criatividade. Em Maio de 2015, fiz os primeiros trabalhos na província de Sofala. Ofereci cerca de 200 títulos à escola secundária e passei por mais 10 escolas primárias distribuindo livros infanto-juvenis. A iniciativa vingou. De lá até hoje, já passei por mais de 20 escolas distribuindo literatura. No início deste ano adicionei a componente palestra às visitas. (LOPES, 2017).

 

O escritor tem cinco títulos publicados em Moçambique, sendo quatro para infância e juventude, como O homem dos 7 cabelos (2012), Kanova e o segredo da caveira (Maputo, 2013), Viagem pelo mundo num grão de pólen e outros poemas (Maputo, 2012), A história do João Gala-Gala (2017); e, para o público adulto, O mundo que iremos gaguejar de cor (2017); dois deles publicados no Brasil: Kanova e o segredo da caveira (São Paulo, 2017), Viagem pelo mundo num grão de pólen e outros poemas (São Paulo, 2014), ambos pela editora Kapulana.

Nesta leitura, restringimo-nos, como já dito, a Kanova e o segredo da Caveira e A história de João Gala-Gala, ambos os títulos trazem o diálogo com a oralidade: o primeiro, com as lendas e, o segundo, com a canção “João Gala-Gala”, de Chico António.

 

  1. Da oralidade à escrita: tantas coisas para (re)contar

A lenda, segundo o dicionário Aurélio (2018), é a “narrativa de caráter maravilhoso em que um fato histórico se amplifica e transforma sob o efeito da evocação poética ou da imaginação popular; legenda”. Transmitida em sua origem pela tradição oral, essas histórias corriam soltas, de boca em boca, onde recebiam acréscimos ou reduções, conforme a intencionalidade do narrador. Por outro lado, alguns dicionários já inserem esse tipo de texto no plano do escrito, bem como do oral, vinculada ao duvidoso e inverossímil (AURÉLIO, 2018), fato é que já no seu princípio como gênero, também para as crianças, a literatura arregimentou em seu repertório as lendas da tradição oral para os livros escritos. A música, por sua vez, em seus diversos modos de composição, de caráter popular ou erudito, é elaborada para ser transmitida pela oralidade, para ser cantada. No entanto, contemporaneamente as canções, muitas vezes, entram em diálogo com a literatura, no campo da intertextualidade (paródia, pastiche, entre outros).

Nos títulos escolhidos para essa leitura, a lenda e a canção são retomadas contemporaneamente por Pedro Pereira Lopes e adentram pela prosa-poética o mundo da infância, num jogo metalinguístico e intertextual, no qual a confecção do enredo é urdida de modo tal que o leitor perspicaz e arguto é capaz de vislumbrar os vários fios utilizados para a composição factual.

Dentro do corpus da atual produção literária para crianças e jovens em África, a produção literária de Pedro Pereira Lopes dialoga com a última fase (se é possível enquadrar) das literaturas africanas de Língua Portuguesa proposta por Patrick Chabal (1994), ou seja, perfaz o momento presente em que as publicações, seguindo a particularidade de cada país, acenam para a inserção dessa produção no conjunto da literatura universal.

O livro Kanova e o segredo da Caveira, estrutura-se com o texto de Pedro Pereira Lopes e as ilustrações de Walter Zand, com a chancela da Escola Portuguesa de Moçambique, localizada em Maputo, no ano de 2013, e pela Editora Kapulana, em 2017, que no Brasil tem editado os livros da coleção “Contos de Moçambique”. Das peculiaridades do design, podemos dizer que:

Como os demais títulos da coleção, o livro, em sua materialidade, constitui-se como brochura e tem o formato de 21 cm de altura por 21 cm de largura, a feitura do texto e da ilustração, bem como a biografia de ambos os criadores, aparecem em forma de paratextos, registrando as suas nacionalidades moçambicanas, bem como os objetivos da editora e de sua Coleção. (DEBUS; SILVA; PIRES, 2018).

O texto em questão é adaptado de uma narrativa da tradição oral de Moçambique, mas também presente em outros países africanos. O conto convoca, inusitadamente, o rompimento com a permanência dos aspectos moralistas que o envolvem, quebrando as possíveis expectativas do leitor com uma visão unilateral. No conto que sustenta a releitura, o medo é evocado a todo instante e é por meio dele que a obediência cega se justifica. Na releitura de Lopes (2017), outra possibilidade de driblar o discurso autoritário se efetiva.

A vaidade do rei de Mopeia – que deseja uma nova coroa – invita a população jovem, todos acima de 10 anos, a buscarem artefatos, os mais preciosos possíveis, para a confecção de sua nova coroa. Entre os meninos que saem para a inusitada aventura está Kanova, que, em uma de suas paragens, encontra uma caveira no rio e começa conversar com ela: “- O que o senhor fez para morrer assim, sem um pingo de dignidade, perto do riacho?” (LOPES, 2017, p. 8). E o que aparentemente poderia ser um jogo de palavras ao vento, vira uma conversa, pois magicamente a caveira lhe responde: “- Morri porque não fui prudente, e se não o fores, também morrerás” (LOPES, 2017, p. 8).

O destino que uniu seres tão dispares, um menino e uma caveira, lhes coloca em comunhão, assim o Kanova é auxiliado por ela e conquista os bens mais precisos para a feitura da coroa do rei: peles de leopardo e plumas das aves mais belas. No entanto, antes de sua partida, o auxiliar mágico previne ao menino que não conte a ninguém o ocorrido, pois ninguém acreditaria.

Ao retornar para seu reino, Kanova é recebido com festividade pelo rei e seus súditos que questionam os méritos de tal proeza, quais as artimanhas que o levaram a conquistar os bens. Bebendo do mesmo pecado do rei, o menino envaidecido relata o encontro com a caveira. Para seu desgosto, ninguém acredita na sua palavra e o relato inverossímil de uma caveira falante causa riso a todos. O rei crente na inexistência de ser tão fantástico aposta com o menino o seu reino.

Seguindo a ordem do conto na sua versão original, a caveira ao ser levada diante do rei emudece, mas a ameaça de morte sobre o jovem faz com que a sua voz ressoe por todo o recinto e todos podem confirmar a veracidade do fato: “Sim, aquilo era uma lição de outro mundo, de onde moravam os antepassados – uma benção, admitiram-no todos” (LOPES, 2017:18). Desse modo, não resta ao rei outra saída a não ser aquela de entregar a coroa a Kanova, o novo rei de Mopeia.

O conto em sua versão tradicional cumpre a regra do delimitado pela personagem-caveira, isto é, o menino/jovem recebe a morte por não cumprir com a guardar o segredo. Esse final está no livro de Lopes (2017) em forma de paratexto, ao final, onde o leitor tem acesso a uma versão escrita do conto tradicional. O que nos parece contemporaneíssimo nessa versão é que o tom moralizante se esvai e o menino sai vencedor, recebendo o reino de Mopeia. Assim:

O conto da tradição, presente na memória coletiva, é ressignificado pelo contemporâneo e a lição de moral se esfacela, a personagem não é mais castigada por descumprir o prometido, pois cabe a ela modificar a situação de opressão […]. O maravilhoso se expande e se configura numa outra forma de mostrar-se para a nova geração de meninos do outro lado de lá, bem como para os meninos de cá. (DEBUS; SILVA; PIRES, 2018).

O livro é composto de vários paratextos que confluem para uma mediação da leitura e a aproximação com a cultura africana em seus diferentes aspectos: a reprodução do conto; um glossário com cinco palavras que foram mantidas dentro do texto, mas, eventualmente, podem causar estranhamento; a técnica utilizada pelo ilustrador Walter Zand, recurso didático pouco utilizado pelas editoras.

A História do João Gala-Gala (2017), de Pedro Pereira Lopes e Chico António, com ilustrações de Luís Cardoso, foi publicado em 2017, em Maputo, pela chancela da Escola Portuguesa de Moçambique. A ideia para a construção da narrativa, segundo Lopes, nasceu a partir de uma leitura da matéria de uma revista sobre o músico moçambicano Chico Antonio, e, gestada como a uma criança, levou nove meses para a sua concretização. A narrativa tem como inspiração a música João Gala-gala, do músico Chico António, gravada em 1991, e, sem sombra de dúvidas, entrelaçam-se aos fios narrativos a vida do próprio músico, também coautor da edição.

A narrativa dialoga com uma as temáticas presentes na tendência da literatura infantil brasileira, que é a representação realista da infância que vive nas ruas iniciado na década de 1970, com Pivete (1977), de Henry Correia de Araújo; Lando das ruas (1975), de Carlos Marigny; Meninos da rua da praia (1979), de Sérgio Caparelli; e que persistiram na década de 1990, com Serafina e a criança que trabalha (1995), de Cristina Porto; O menino que se chamava Maria e o menino que se chamava João (1999), de Georgina Martins, e seguiram a esteira do século XXI, com Quanta casa (2001), de Rosa Amanda Strauz.

A representação realista se coaduna com uma visão quase que romantizada em A história de João Gala-Gala, o menino que foge de sua vida no interior e vem viver a vida nas ruas de Maputo; um “molwene” (sobre)vivendo no mundo adulto com outros tantos “molwene”.

Narrado em primeira pessoa pela personagem protagonista, que relata as suas memórias, de quando ele tem seis anos. Descreve-se como de pouca estatura, com poucos mais de um metro, exerce a tarefa de cuidar de 50 bois, o que é pouco em relação aos outros meninos; Kinda seu amigo, por exemplo, cuidava de 60 mais cabritas. A rotina de apascentar bois se entrelaça com a rotina de brincar com outros meninos.

O menino, no entanto, guarda o desejo da viagem, metáfora presente nas nuvens, nos comboios e nas malas dos viajantes. As nuvens acenam como metáfora de um lugar revestido de magia e de possibilidades, o “lado de lá”, e um outro lado em que o trabalho e a dureza dos serviços do campo estão presentes, o “lado de cá”: “Para mim, as nuvens eram fronteiras que separavam o Lado de Lá, o Mundo de Algodão, do Lado de Cá, o Mundo que é um misto de bois e campos verdes” (LOPES, 2017).

Esse menino sonhador e viajante encontra nos trens/comboios o elemento de concretização de seus desejos: “Eu gostava mais dos comboios, aliás, há quem não goste? O comboio é uma enorme Maria-café mecânica, anda de chinelos, come barras de ferro e deita vapor de chá pela chaminé” (LOPES; ANTÓNIO, 2017). Seria pela máquina de ferro que ele atravessaria as fronteiras entre lá e cá?

Fatalmente o seu cotidiano muda bruscamente quando, um dia, ele adormece e, ao acordar, metade do rebanho já não está. Por medo de represália, principalmente do pai, adicionado ao seu “espírito guerreiro” de querer outras aventuras – “queria saber para onde iam os comboios que desapareciam, queria viajar, sonhar alto até ficar velhinho” (LOPES; ANTÓNIO, 2017, p. 12) –, ele foge de casa e se torna uma criança a “explorar terras de muito longe” (LOPES; ANTÓNIO, 2017, p. 19).

O comboio é o condutor de seus desejos/sonhos e por meio dele chega no “paraíso de luzes” da cidade grande. O plano estava operacionalizado “seria um explorador de ruas durante uma ou duas semanas, pediria esmola nas esquinas, faria algumas amizades e, no final do mês, um vento sul chegaria com um espírito bom, com alguém que me iria tirar das ruas” (LOPES; ANTÓNIO, 2017:23).

Reunido já com outros meninos, a personagem vai pedir esmola “no ponto final”, lugar em que os estrangeiros circulavam e não conheciam as agruras da cidade (Maputo), é ali que ele conhece João Gala-Gala, “um miúdo que não gostava de dormir cedo porque o amanhã não existia”, e como ele e os demais meninos da rua eram “aventureiros desafortunados”. A relação do narrador com o menino João Gala-gala vai ser de amor e ódio, que é interrompida abruptamente quando são presos e nunca mais se encontram.

Pedro Pereira Lopes, juntamente com Chico António, empresta seus dizeres à canção “João Gala-gala”, que aparece ao longo da narrativa em pequenas escapadelas, e também sua história de menino de rua (biografia ficcionalizada do músico), que, constroem uma narrativa encharcada de simbologias.

Para além da produção, os recursos utilizados para fomentar a divulgação do livro A história de João Gala-Gala merecem ser visitados, como o documentário[1] A história de João Gala-gala: da música para o livro, em que o escritor e o coautor discorrem sobre a feitura do livro.

  1. Entre nuvens, do mundo de algodão, ao mundo verde dos bois e pastos: uma escrita que não finda

            Na estreiteza da escrita que limita os dizeres, anunciamos neste texto a presença forte da literatura de Pedro Pereira Lopes, uma literatura atual que coaduna com os discursos para a infância contemporânea, de lá e de cá, dialogando com a tradição, mas (re)significando o seu dizer.

Os livros Kanova e o segredo da caveira (2013) e A história de João Gala-Gala (2017), embora estejam oficialmente em três continentes, a sua circulação (con)vive com problemas de distribuição e consumo: em Moçambique, com a ausência de políticas públicas de leitura, pouco investimento no material de leitura; em Portugal, o qual a indicação no Plano de Leitura não acarretou a publicação do livro naquele país, constatando-se a ausência nas livrarias e bibliotecas; e, no Brasil, o desconhecimento dos títulos publicados. Desse modo, ainda é necessário nos três continentes dar a conhecer a produção de Pedro Pereira Lopes para infância.

[1] Disponível em: <https://www.facebook.com/pedrolopes.isri.ap/videos/1734160906647676/UzpfSTEwMDAwMzY0MjMzNDkyNjoxMTQxMjkyMDI2MDAyMTk4/?source=feed_text>. Acesso em: junho 2018.


Referências

BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 10 jan. 2003. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.639.htm>. Acesso em: 21 nov. 2017.

BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília, DF: MEC, 2004. Disponível em:<http://www.acaoeducativa.org.br/fdh/wp-content/uploads/2012/10/DCN-s-Educacao-das-Relacoes-Etnico-Raciais.pdf>. Acesso em: 23 jan. 2018.

DEBUS, Eliane; Ana Cristina da Silva; PIRES, Juliana Breuer. De lá para cá: a literatura para infância do escritor moçambicano Pedro Pereira Lopes. 2018. No prelo.

LENDA. In: DICIOÁRIO do Aurélio. São Paulo, 2018. Disponível em: <https://dicionariodoaurelio.com/lenda>. Acesso em: jun. 2018.

LOPES, Pedro Pereira. Kanova e o segredo da caveira. Ilustração de Walter Zand. São Paulo: Kapulana, 2017.

_____. Entrevista realizada em maio de 2017.

LOPES, Pedro Pereira; ANTONIO, Chico. A história de João Gala-gala. Ilustração Luís Cardoso. Maputo: Escola Portuguesa de Moçambique, 2017.

OLIVEIRA, Maria Anória de Jesus. Literatura infanto-juvenil moçambicana: a série Os gémeos, de Machado da Graça, e outras travessias. Contexto, Vitória, n. 26, jul./dez. 2014. Disponível: <http://periodicos.ufes.br/contexto/article/viewFile/8727/6134. Acesso em: jun. 2018.

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