Nº 5. TAÍNA: Literatura Infantil e Juvenil de Etnias Indígenas Brasileiras

Asas sem lastro: narrativas indígenas na PUC-Rio

Denise Pini Rosalem da Fonseca

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“Que a bagagem não lastreie tuas asas!” augura o músico espanhol como uma benção nupcial àqueles que, ao comungarem uma nova vida, (re)criam suas auto-percepções. “Alas Gravis Nil” professa o brasão da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) para os que nela ingressam, convidando para (re)(des)cobertas livres de pesos ou amarras. Provocantes reiterações! Asas sem lastro! De reiterações de vontades políticas e (re)conhecimento indígena trata este artigo.

Literatura Indígena e nativa vem das entranhas da Terra

Eliane Potiguara

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Hoje, nas sociedades, muitas mulheres modernas e conscientizadas de seu próprio valor disseminaram os conceitos do “feminino sagrado”, trazendo para suas vidas pessoais, filosofias que pudessem fortalecê-las a partir da autoestima, da sexualidade, das artes, cultura, relações humanas, profissões, e a maternidade, enfim… um grande leque de atributos para torná-las menos oprimidas e mais donas de seu destino.

Entrevista com Tiago Hakiy

Tiago Hakiy é poeta, escritor e contador de histórias tradicionais indígenas. Do povo Sateré Mawé atualmente mora em Barreirinha, estado do Amazonas. Em 2012 foi vencedor do Concurso Tamoios de Textos de Escritores Indígenas

“Aikute: O território nas crianças Xakriabá” propõe através destas fotografias, dar visibilidade a uma parte dos modos que compõe o ser criança indígena Xakriabá, a partir do território em que elas estão, tornando-se uma mesma identidade. Isso se dá através dos gestos, afetos, olhares e no brincar de fazer brinquedos com o barro, dando formas a partir do território que elas estão e são.

A festa dos encantados

A festa dos encantados narra a saga de um índio Guajajara que, procurando pelo irmão perdido, encontrou um mundo subterrâneo habitado por seres encantados e ali permaneceu até aprender todos os rituais e cânticos de várias celebrações.

Projeto Acalanto

Esse trabalho traz em seu bojo, principalmente os Ahãdeaki ou Hãde, que são cantos entoados pelas índias dos troncos linguísticos Tukano Oriental e Aruaque, localizadas na região do Alto rio Negro, Noroeste do Estado do Amazonas.

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